Arquitetura Estação Ferroviária de Alexandra
Endereço:

Rua do Portinho, sn, Alexandra | Paranaguá/PR

Telefone:

(41) 3422-6290

Email:

recepcao.secultur@paranagua.pr.gov.br

FECHADA TEMPORARIAMENTE PARA VISITAÇÃO PÚBLICA

A estação está vinculada à história da centenária Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba. Construída entre os anos de 1880-1885, a estrada de ferro em seu traçado original, teve projetadas , apenas cinco estações, dentre elas a de Alexandra, proporcionando, naquele momento atender a primeira colônia de imigrantes italianos no Paraná, localizada a quinze quilômetros de Paranaguá. Segundo o escritor Edilberto Trevisan a estação já atendia trens e serviço em 1882, e se constitui no único exemplar do século XIX que permaneceu intacto desde a sua construção.



HISTÓRICO DE ALEXANDRA
O colonizador da região foi Sabino Tripoti, vindo da Itália por causa de um incentivo oferecido, pelo governo provincial, aos estrangeiros que trabalhassem em colônias agrícolas, como forma de abastecer os centros urbanos próximos. No Paraná, este início do processo migratório esteve amplamente ligado à criação de uma agricultura de abastecimento.
Um estudo divulgado pelo Instituto Geográfico e Histórico do Paraná esclarece que Tripoti, quando veio, trouxe da Europa cerca de 50 famílias que vieram da região de Vêneto e que se instalaram na colônia Alexandra, distante cerca de 15 km de Paranaguá. O nome da colônia do litoral paranaense foi uma homenagem à Alexandra, esposa do pioneiro. Porém a experiência no local durou pouco tempo. A colônia não progrediu. Várias causas forma apontadas para explicar o porquê, como o clima muito quente e muito úmido, que propiciava o aparecimento de inúmeras doenças tropicais causadas por insetos. Os italianos, então, procuraram locais mais frescos para morar e por isso, nos idos de 1877, tomaram o rumo de Curitiba.
Alexandra tem uma rotina parecida com a de cidades pequenas. Os poucos carros na rua contrastam com os inúmeros cumprimentos trocados entre os moradores, que, devido a pouca distância entre um ponto e outro, circulam a pé. Ao contrário das cidades, em que a igreja fica na região central, ali tudo se reúne em torno da antiga Estação Ferroviária. Perto dela está a escola pública da localidade e mercadinhos que lembram armazéns de secos e molhados de antigamente.

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